Mapa conceitual: o que é, como fazer e exemplos de aplicação
Equipe de conteúdo - PM3

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20 minutos de leitura

Panorama do Mercado de Produto

O mapa conceitual é uma ferramenta criativa e estratégica que pode ajudar bastante a dinâmica dos times de Produto e diversos outros setores de empresas digitais. Esse framework traz mais clareza para a resolução de problemas e permite apresentar conceitos e ideias de forma simples e fácil de entender.

Para Product Managers, por exemplo, esse modelo é especialmente útil para guiar o desenvolvimento de roadmaps e solucionar problemas dos usuários. O melhor é que existem ferramentas ideais para a criação dessas estruturas, que funcionam de maneira intuitiva para facilitar ainda mais o dia a dia de quem precisa resolver problemas complexos. 

Neste artigo vamos abordar os seguintes tópicos sobre o assunto:

  • O que é o mapa conceitual;
  • Quais as diferenças dessa estrutura para um mapa mental;
  • Como o mapa conceitual pode ajudar os times de Produto;
  • Como criar um modelo eficiente e quais as melhores ferramentas para isso.

Ao final do conteúdo, você vai poder acessar, ainda, um material gratuito com os frameworks mais importantes para PMs (então continue por aqui!).

O que é mapa conceitual

O mapa conceitual é uma representação gráfica em formato de diagrama que facilita a visualização de informações e a relação entre conceitos. Assim, ele funciona como uma ferramenta estratégica que organiza ideias de maneira visual, de acordo com os princípios da arquitetura da informação, hierarquizando ideias e conceitos segundo sua ordem de importância.  

A ideia desse framework é ajudar os times a mapear e selecionar ideias para colocar as melhores estratégias em prática, de maneira alinhada aos objetivos da empresa. Esse é um processo que exige colaboração entre os membros do time, que costuma realizar reuniões de brainstorming para encontrar solução para problemas complexos.

Os mapas conceituais servem como facilitadores desse processo, organizando essas sessões e engajando a equipe para buscar as melhores saídas. Assim, essa estrutura ajuda a visualizar problemas com mais clareza e analisar situações a partir de um ponto de vista mais objetivo.

Como falamos, o mapa é bastante visual, utilizando desde desenhos geométricos (como retângulos e círculos) até setas, linhas, cores e outras formas para apresentar e conectar ideias de forma simples e clara.  Enquanto as formas geométricas são utilizadas para incluir os conceitos e ideias, as setas e linhas conectam esses elementos, permitindo que as pessoas visualizem com facilidade a relação entre eles.

Para você entender melhor como essa modelo se estrutura, aqui temos um exemplo visual

modelo de mapa conceitual
Representação do conceito de mapa conceitual (fonte: Colaborae).

O conceito foi desenvolvido pelo professor universitário Joseph Novak, durante a década de 1970, como uma forma de otimizar a eficiência dos estudos, já que o modelo de mapa conceitual facilitaria a memorização de conceitos e a compreensão de ideias complexas. Afinal, as informações visuais tendem a ser melhor apreendidas do que, por exemplo, um bloco de texto único.  

Diferença entre mapa conceitual e mapa mental

O nome “mapa conceitual” pode te fazer lembrar de uma outra estrutura também bastante eficiente para organizar e apresentar ideias, o mapa mental. Mas esses frameworks têm propostas diferentes, apesar de suas semelhanças. Enquanto o mapa conceitual é uma estrutura visual focado na resolução de problemas, o mapa mental é mais flexível, sendo bastante utilizado para estudos e organização de ideias. 

O mapa mental costuma partir de uma ideia inicial e conectar explicações mais soltas ou simular o encadeamento de um pensamento, acompanhando um determinado fluxo ou uma lógica específica. Esse modelo pode ser utilizado, por exemplo, para a exposição de ideias durante a explicação de uma aula, que trabalha com muitas ideias e vai se expandindo sem necessariamente hierarquizar as ideias. 

Já o mapa conceitual hierarquiza os conceitos com o objetivo de resolver um problema, esclarecer um caminho ou desenvolver uma solução. Esse modelo tem uma estrutura mais fixa para guiar o fluxo.  

Agora que você já entendeu o que é o mapa conceitual, vamos ver como essa estrutura pode ser utilizada pelos times de Produto para otimizar as estratégias e tomar decisões.

Aplicações do mapa conceitual

Os mapas conceituais podem contribuir para o trabalho estratégico de diversos setores de uma empresa, principalmente no caso de negócios digitais que utilizam metodologias ágeis e gestão de projetos para tornar o fluxo de trabalho mais eficiente. Vejamos alguns exemplos de aplicação do mapa conceitual para entender melhor como esse método pode ajudar sua empresa:

Mapa conceitual em Produto

Embora o mapa conceitual seja bastante utilizado para os estudos em geral, essa é uma ferramenta muito eficiente para os times de Produto. Especialmente se for aliado aos princípios do Design Thinking, o mapa conceitual é muito útil para Product Discovery, momento em que o time faz o levantamento dos problemas dos usuários e a validação de hipóteses. Afinal, esse modelo pode deixar mais claro quais são as prioridades do time e as urgências dos usuários. 

O mapa é uma estrutura visual em que as descobertas do time ganham corpo e saem da abstração. Ele também é muito útil para o planejamento estratégico da equipe e para o desenvolvimento de produtos

Isso acontece porque essa ferramenta permite identificar lacunas de processo e ajuda também na priorização de iniciativas para a construção de um roadmap mais eficiente ou pra mapear a jornada do usuário, entendendo quais os caminhos que ele percorre pelos pontos de contato.

Outros benefícios do mapa conceitual para os times de Produto são:

  • Simplificar ideias e explicá-las de forma clara para todos do time;
  • Apresentar ideias para stakeholders, aumentando as chances de buy-in;
  • Visualizar como ideias se conectam;
  • Encontrar explicações para problemas complexos, a partir da conexão de ideias e evidências;
  • Desenvolver o pensamento visual de quem trabalha com Produto;
  • Facilitar a condução de reuniões de brainstorming;
  • Alinhar os times na busca por soluções; 
  • Estimular a criatividade do time;
  • Ajudar as pessoas a reterem conceitos, funcionando também como uma ferramenta de aprendizagem;
  • Estruturar projetos de maneira visual;
  • Guiar o processo de pesquisas com usuários;
  • Estimular o aprendizado coletivo do time em relação a determinado problema ou conceito;
  • Mapear situações e problemas, levantando ideias para resolvê-los.

Mapa conceitual em Design

Ainda pensando nos benefícios do mapa conceitual para o time de Produto, também podemos deixar de citar o time de Design como exemplo de área que se beneficia dele. Essa é uma ferramenta muito útil para Product Designers, pois auxilia no processo de ideação de novos projetos e também na arquitetura de informação de um novo site ou aplicativo, já que os mapas conceituais podem ser usados para mapear a estrutura das informações. Isso ajuda a definir a hierarquia das páginas, os fluxos de navegação e a forma como os elementos se relacionam.

Mapa conceitual em Marketing

Para quem trabalha com Marketing, esse esquema conceitual pode ser um grande aliado no momento de definição do plano de marketing, proporcionando uma visão mais clara sobre o público-alvo e canais de comunicação que serão trabalhados. Consequentemente, esse material apoia o desenvolvimento de campanhas mais segmentadas, contribuindo para que a mensagem seja coerente em todas as mensagens transmitidas ao público da marca e produto.

O que o mapa conceitual precisa ter

Antes de colocar a mão na massa e de fato criar o seu mapa conceitual, vale deixar claro alguns aspectos que você já precisa definir para facilitar esse processo.

São eles:

  • Conceito principal: a deia central que você deseja trabalhar com o mapa conceitual, a base de referência que vai ajudar a definir a solução para o seu objetivo;
  • Conceitos relacionados: as ideias atreladas ao conceito principal, como um primeiro desmembramento;
  • Hierarquia: nada mais é do que um senso de organização, pensando que os fragmentos de ideia devem seguir um conceito central;
  • Elementos de conexão: frases curtas que permitam vincular as ideias menores à ideia central, de forma simples e direta;

Definições: elementos que contribuem para a compreensão e memorização do mapa conceitual.

Como fazer um mapa conceitual

Você já entendeu a importância a do mapa conceitual para os times de Produto e viu como ele pode ajudar no desenvolvimento de novas soluções para os usuários. 

Agora, vamos ver alguns passos importantes na construção do mapa para facilitar a implementação dessa ferramenta na sua empresa. Confira!

1. Identifique o problema

Todo mapa é feito por algum motivo. Qual o objetivo do time com a utilização desse framework? Isso deve nortear todos os próximos passos, desde determinar o modelo até o momento de compartilhar o mapa. Afinal, a definição de modelo e das conexões estabelecidas vai depender do problema que você tem para resolver. 

Faça um levantamento prévio do problema, utilizando as ferramentas de Discovery e priorize o que deve ser resolvido, com base no que é mais viável para equipe, urgente para o cliente e que trará mais benefícios e retorno financeiro para a empresa. 

2. Determine o modelo 

Uma vez que você sabe o objetivo de criar o mapa conceitual, é hora de determinar qual modelo será utilizado para hierarquizar as informações e encontrar soluções. 

Existem alguns modelos disponíveis, como:

  • Teia de aranha: a ideia principal aparece no centro e se conecta aos outros conceitos que ficam em volta, conectados à ideia central; 
  • Fluxograma: as ideias aparecem conectadas de forma linear; ele é mais adequado para conceitos simples, sem muitas conexões; 
  • Mapa de sistemas: permite criar muitas conexões entre ideias, sendo adequado para trabalhar com conceitos mais complexos. Aqui, você pode partir de um conceito central e abrir ramificações para as ideias adjacentes; 
  • Mapa hierárquico: como o nome indica, este modelo hierarquiza as ideias, partindo da mais importante até a menos relevante. 

Adiante vamos ver algumas ferramentas para a criação de mapas conceituais. A ideia é que você escolha um dos templates que elas oferecem e personalize a estrutura de acordo com as suas necessidades ou crie um modelo do zero, para atingir seus objetivos.

3. Defina as ideias centrais

Um dos pontos mais importantes na criação de um mapa conceitual é a ideia central e que ocupa o topo da hierarquia da estrutura. Ela deve estar ligada ao objetivo definido no primeiro passo. 

Quebre essa ideia central em outros conceitos também importantes, mas que ocupam um nível mais baixo nessa hierarquia de informações. Você já pode indicar como todas essas ideias se conectam, utilizando linhas e setas específicas, assim como breves indicações textuais para relacioná-las. 

Para isso, você pode fazer o levantamento de ideias com o time utilizando técnicas de brainstorming. Depois, crie uma lista com tudo que foi levantado, escolha as prioridades e veja quais são as ideias menos importantes, mas que devem entrar no diagrama.

A ideia central e os conceitos devem aparecer dentro de retângulos ou círculos, que serão conectados às demais ideias adjacentes. 

4. Divida os tópicos e conecte as ideias

Se você está trabalhando com problemas mais complexos, depois de ter definido as ideias principais, quebre esses tópicos em subtópicos, sempre buscando relacionar as informações. 

Durante o processo de subdivisão dos conceitos, você já pode aproveitar para conectar as informações. Para isso, uma ideia é escrever verbos ou palavras sobre as linhas de conexão para explicar com mais detalhes qual o tipo de relação estabelecida entre os conceitos. 

Mas cuidado: não exagere no detalhamento de cada conceito. O ideal é que eles sejam apresentados por meio de uma única palavra ou por uma frase curta. Como o objetivo do mapa é facilitar o entendimento e clarear problemas, muitos detalhes podem atrapalhar esse processo.

Por fim, na hora de desenhar o mapa, destaque a ideia central, a posicionando ou no centro do esquema ou no topo, o importante é que fique claro de onde os outros conceitos vão partir. 

5. Refine o mapa

Depois de ter criado a base do seu mapa conceitual, você pode refinar essa estrutura, adicionando cores, imagens e outros elementos que facilitem e simplifiquem o entendimento das informações.

Além disso, é importante revisar o mapa e pedir a opinião de outras pessoas sobre o modelo criado, para se certificar que ele está acessível e é fácil de entender. Para um trabalho mais colaborativo, o ideal é que o modelo possa ser editado ao mesmo tempo por diferentes membros do time. 

Depois disso, é só compartilhar com as pessoas e partes interessadas, colhendo todos os benefícios que o mapa conceitual oferece para os times de Produto.

6. Escolha uma ferramenta

Hoje, os times de Produto têm várias opções de ferramentas para criar um mapa conceitual alinhado aos processos da área. Por isso, escolher um sistema é um passo importante para fazer o mapa. 

Para fazer essa escolha, você precisa avaliar as opções disponíveis segundo critérios que devem estar alinhados ao seu objetivo e também a viabilidade de contratação de um novo sistema. 

Se o mapa conceitual será utilizado para resolver uma questão muito simples, talvez não faça sentido procurar o sistema mais robusto do mercado. Da mesma forma, utilizar uma plataforma que não atende todas as necessidades que a sua estratégia precisa acaba não sendo eficiente e faz o time perder tempo.

Pensando nisso, no próximo tópico, vamos apresentar algumas das melhores ferramentas do mercado para ajudar você a escolher aquela que faz mais sentido para os seus objetivos. Confira!

6 ferramentas para criar o seu mapa

As ferramentas para a criação de mapas visuais melhoram a colaboração entre os membros da equipe, porque salvam os documentos de forma automática, os deixando acessíveis a todos. Vem ver quais tipos separamos para você conhecer! 

Lucidspark

O Lucidspark é uma ferramenta desenvolvida especialmente para a criação de mapas visuais, disponibilizando um quadro branco virtual para ser preenchido com os conceitos e conexões que a sua empresa precisa relacionar. 

Uma das vantagens dessa ferramenta é a possibilidade de colaboração em tempo real, facilitando a construção e a edição do mapa. As pessoas também podem deixar comentários no documento, para criar um mapa mais alinhado com os objetivos do time.

Além disso, a ferramenta também possui integração com diversos sistemas bastante utilizados pelos times de Produto, como Slack e Google Drive, otimizando ainda mais o processo de criação e compartilhamento dos mapas conceituais. 

Canva

O Canva é um antigo conhecido dos profissionais de Marketing e Design, mas ele também pode ser utilizado na construção dos mapas conceituais. A ferramenta tem vários recursos e templates para criar os documentos e personalizá-los de acordo com a sua necessidade. O sistema disponibiliza formatos, cores e diferentes modelos de setas e linhas para você utilizar. 

Figma

O Figma é um sistema semelhante ao Canva, com uma interface colaborativa, permitindo a criação de mapas conceituais visualmente atraentes. A ferramenta tem diversas opções de formatos e cores para você combinar e chegar no melhor modelo para o seu mapa.

Miro

O Miro é outra ferramenta que permite desenvolver o seu próprio modelo de mapa conceitual. O sistema é fácil de navegar e disponibiliza o recurso de tela infinita. Com essa funcionalidade, o time consegue construir mapas mais complexos, que conectam muitas informações. 

Creately

O Creately traz vários templates para você criar os seus mapas conceituais de forma descomplicada. Como outras ferramentas do mesmo estilo, esta também permite o compartilhamento dos documentos com outras pessoas e a edição simultânea da estrutura criada. Você também pode desenvolver vários mapas e centralizá-los em uma única pasta para não perder nenhuma informação importante.

SmartDraw

O SmartDraw é uma ferramenta que permite criar os mapas conceituais de maneira automática a partir de modelos prontos e intuitivos. A partir de extensões específicas, o sistema consegue puxar os dados que irão compor o seu mapa, tornando o processo mais simples para toda a equipe. 

Vale lembrar que, antes de escolher a melhor ferramenta, o time precisa saber claramente qual o objetivo do mapa. Uma dica para esse momento é criar uma tabela com algumas funcionalidades indispensáveis à ferramenta que a equipe precisa. 

Depois, entre no site de cada solução e marque na tabela se ela atende ou não ao critério estabelecido. Ao final desse processo, vai ficar mais fácil decidir sobre qual o melhor sistema para o seu objetivo. 

Dicas para aprimorar seu mapa conceitual

Se você já tem um modelo de mapa conceitual e quer dicas para aprimorar ainda mais esse resultado, ou ainda, quer garantir que o resultado final seja eficiente para seu time, separamos mais algumas dicas para que você conquiste o que deseja. Confira:

Faça um uso inteligente de cores e elementos visuais

Depois de aplicar todos os passos que descrevemos nos tópicos anteriores e escolher a melhor ferramenta para suas necessidades, vale revisar o resultado e analisar se as cores e elementos visuais foram bem aproveitados. Ícones e imagens podem ser muito eficientes na tarefa de facilitar a compreensão de quem está olhando para o modelo, ajudando a diferenciar conceitos e criar categorias. Pense sobre como deixar isso bem claro no seu mapa!

Incentive a colaboração

Convidar o time para colaborar com a criação do mapa é uma excelente ideia. Pessoas diferentes vão adicionar perspectivas para tornar o resultado ainda mais rico. Depois que uma versão inicial tiver sido rascunhada, garanta que todos possam analisar e sugerir melhorias.

Revise e atualize

Empresas digitais estão sempre passando por mudanças estratégicas que impactam no trabalho de cada setor. Portanto, é importante revisitar mapas conceituais com certa frequência, pensando em novas conexões que podem ser adicionadas.

Vale lembrar que informação demais também pode confundir ao invés de ajudar, o que não é objetivo dessa ferramenta. Por isso, sempre que incluir uma novidade, tenha certeza de revisar o que já está no mapa com um olhar crítico, avaliando se vale a pena manter ou não o que já está ali. Esse tipo de mentalidade vai fazer toda a diferença para manter o material conciso e claro.

Perguntas frequentes sobre o uso de mapa conceitual para desenvolvimento de produtos digitais

Como os mapas conceituais se comparam a outras ferramentas visuais de organização de informações em termos de eficácia para diferentes tipos de aprendizagem?

Os mapas conceituais se destacam por sua capacidade de visualizar relações entre conceitos de forma hierárquica, facilitando a compreensão de estruturas complexas de conhecimento. Eles são particularmente eficazes para aprendizagem conceitual e integrativa, ajudando na organização e na síntese de informações novas em relação ao conhecimento pré-existente.

Comparados a outras ferramentas visuais, como diagramas de fluxo ou mind maps, os mapas conceituais são mais focados em demonstrar relações causais e explicativas, tornando-se uma ferramenta poderosa para aprender e ensinar conceitos interconectados.

Como diferenciar efetivamente mapas conceituais de mapas mentais e diagramas de fluxo na prática?

Mapas conceituais focam na representação das relações entre conceitos através de links conectivos e hierarquia, ideal para estruturar e entender informações complexas. Mapas mentais, por outro lado, centram-se em torno de uma ideia central, expandindo-se radialmente para explorar conceitos, pensamentos e tarefas de forma mais livre e criativa.

Diagramas de fluxo são usados para ilustrar processos sequenciais ou etapas em uma tarefa, destacando a ordem de operações e decisões. Cada ferramenta tem seu valor e aplicação específicos, dependendo do objetivo e do contexto.

De que maneira os mapas conceituais podem ser integrados em sistemas de gestão de conhecimento empresariais para otimizar a comunicação interna e a colaboração?

Os mapas conceituais podem ser integrados em sistemas ao facilitarem a visualização das relações entre diferentes áreas de conhecimento, projetos e processos. Eles ajudam a mapear e compartilhar o conhecimento tácito, promovendo uma maior compreensão coletiva e apoio à colaboração.

Ao visualizar como diferentes elementos de conhecimento se relacionam, os mapas conceituais podem melhorar a comunicação interna, facilitar o onboarding de novos funcionários e otimizar a resolução de problemas e a inovação.

Conheça outros frameworks úteis para sua rotina

Agora você já sabe que o mapa conceitual é uma ferramenta simples, mas muito eficiente para diversas áreas. Sabemos que frameworks não são garantia de sucesso, mas de fato eles podem contribuir bastante para a rotina de uma empresa, especialmente para o time de Produto (desde que adaptados corretamente para o contexto no qual estão sendo aplicados). Pensando nisso, a PM3 criou o Guia de Frameworks para Product Managers, que você pode acessar gratuitamente! Esperamos que aproveite o material!

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